“Supergirl”, o segundo filme da nova era do DCU, estreia hoje (25/06) nos cinemas. Na história, Kara Zor-El está completando 23 anos e resolve comemorar a semana do seu aniversário bebendo pelo universo ao lado de Krypto, seu cachorro. O que ela não esperava era encontrar uma adolescente obstinada a vingar a morte de sua família e, pior, ver Krypto ser envenenado. Agora, ela sai em uma busca frenética pela cura, que coincidentemente está nas mãos dos mesmos assassinos que Ruthie procura.
Fui com uma certa animação assistir esse filme, afinal, no universo dos super heróis eu tenho uma predileção pela DC. E graças a Deus, eu não me desapontei. Kara Zor-El, ao contrário do seu primo, não tem essa vontade de ser uma heroína. Ela ainda está vivendo seu luto pelos pais e por Argo. Assim que Kara aparece, conseguimos ver que ela está determinada a esquecer tudo e vivendo apenas o hoje. Porém, quando Krypto fica encrencado, ela não mede esforços para salvar o cachorro que é sua família.
Ruthie é uma personagem chave para a história. Ela está obstinada a encontrar alguém que a ajude na sua vingança, porém, ela mesma quer matar quem assassinou a sua família. Mas confesso que em alguns momentos, toda essa obstinação dela pode ser um pouco irritante.
Falei de Ruthie, falei de Kara, mas, outro personagem que merece destaque é o Lobo: um caçador de recompensas intergalático. Com um humor um pouco negro, ele foi um alivio em algumas cenas e espero, poder ver mais do personagem em outros filmes desse novo universo. Inclusive, vi que esse é um papel que Jason Momoa ele quer interpretar há anos.

“Supergirl”: Lutas Marcantes e uma Trilha Sonora Surpreendente
As cenas de luta de “Supergirl”, estão muito boas. Sinceramente, esse foi um filme que me fez ficar prestando atenção, não dormindo como alguns fizeram. Assistir em Imax foi um ponto positivo, apesar de que, não acho que seja um daqueles filmes que seja imprescindível ver nessa tecnologia, mas tem um quê a mais.
Tenho uma nota especial para a trilha sonora do filme. É incrível como até a música mais improvável em determinada cena, ornou de forma perfeita. Sim, digo uma música mais calma em uma cena que seria de confronto. Acredito que isso se dá porque a personagem está desde o início mostrando que gosta de músicas. Inclusive, em determinado momento de “Supergirl”, é possível ouvir “Garota de Ipanema” em inglês.
O longa foi inspirado na HQ “Supergirl: Mulher do Amanhã”. Segundo James Gun, nesse filme será possível ver a diferença entre um Kryptoniano que foi criado na terra e um que viu Argo, um pedacinho de Krypton, morrer. Eu, particularmente, tenho gostado muito desse novo universo da DCU e estou ansiosa para ver os novos passos dele.
“Supergirl” é o segundo filme da nova era da DCU, dirigido por Craig Gillespie (“Eu, Tonia” e “A Hora do Espanto”) e com roteiro de Ana Nogueira (“The Vampire Diaries” e “The Blacklist”). Nas atuações temos Milly Alcock (“A Casa do Dragão”), David Corenswet (“Superman”), Eve Ridley (“O Problema dos 3 Corpos”) e Jason Momoa (“Aquaman”).
E aí, está animado para ver esse novo filme da DC?









