Presentes no imaginário humano há séculos, os vampiros encontraram seu caminho para a literatura no final do século XVIII e ali permanecem até hoje.
A Noiva de Corinto, do autor Goethe (1797), coloca uma vampira em busca de seu ainda vivo noivo.
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O Vampiro, de John William Polidori, (1819), moldou o vampiro como o conhecemos hoje: rico, nobre e sedutor.
Carmilla, de Sheridan Le Fanu (1872), narrada por Laura, que conta os dias passados na companhia da misteriosa Carmilla e os eventos estranhos que ocorreram na região após a sua chegada.
Drácula (1897), de Bram Stocker, também se inspirou no príncipe da Valáquia Vlad Tepes Dracul que viveu no século XV, e hoje é uma das referências para o gênero.
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Eu Sou A Lenda (1964), Richard Matheson. Neste clássico moderno do vampirismo Robert Neville é um homem, o último homem vivo, num planeta Terra onde cada homem, mulher ou criança se tornou vampiro.
Entrevista com o Vampiro (1976), de Anne Rice, trouxe um vampiro que levanta questões morais até então sem discussão no universo vampiresco – um vampiro com nostalgia do humano.
Crepúsculo (2005), de Stephenie Meyer, traz o vampiro bad boy Edward Cullen. Os vampiros são modernos, não temem a luz do dia, e alguns grupos optaram por uma alimentação menos tradicional.
Império do Vampiro (2022), de Jay Kristoff, retoma aquela descrição clássica: monstros cruéis que matam violenta e indiscriminadamente, que reinam em um mundo abandonado pelo sol.