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KATE | CRÍTICA NETFLIX

28 setembro, 2021 por

Kate teve os seus direitos adquiridos pela Netflix em 2017, e desde então foram anos de desenvolvimento até sair do papel. O mais recente filme de ação no Top da Netflix está caminhando como uma flecha em direção ao seu auge. Quando chega, ele nos deixa sem palavras, querendo mais Mary Elizabeth Winstead (‘Aves de Rapina’).

O segredo do sucesso de Kate está em suas magníficas cenas de ação no estilo John Wick (não é à toa que ela foi produzida por 87North, os responsáveis de a franquia Keanu Reeves e Atomic ), os cenários futuristas e muito realistas e uma premissa de adrenalina.

“Minha vida não era minha até agora”

O longa não foi afetado pela pandemia de COVID-19, quando se trata das gravações, mas certamente seu lançamento fora afetado, chegando só no final do segundo semestre de 2021 no catálogo do streaming. Contudo, nada que afetasse a história, propriamente dita.

O filme que recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade tem Cedric Nicolas-Troyan na direção, que por sua vez é escrito por Umair Aleem. O time de produtores é formado por David Leitch, Kelly McCormick, Bryan Unkeless e Scott Morgan.

Kate também é estrelado pelos veteranos Woody Harrelson e Michiel Huisman. Harrelson, que interpreta o manipulador de Kate, um grande conhecido do público por toda sua carreira respeitadíssima no cinema mundial.

Já Huisman é mais conhecido por seus papéis em séries de TV como Orphan Black, Game of Thrones, The Haunting of Hill House e The Flight Attendant. Também foi visto em filmes como The Age of Adaline e The Invitation.

Na sequencia temos uma criminosa implacável que após ser envenenada, tem menos de 24 horas para se vingar de seus inimigos. E Isso a coloca em uma caça ao homem pelas ruas de Tóquio, mas nesse período, acaba desenvolvendo uma inesperada amizade com a filha de uma de suas vítimas. Embora nesta história, o perdão não tem vez.

kate filme netflix

Quando o desfecho de Kate começa, já sabemos a resposta. A saga mostra uma vingança estilizada, com imagens feitas para encher os olhos dos fãs dos filmes de ação mas tem uma história aquém de seu potencial e alguns fatos deixaram muito a desejar na história.

A atriz consegue segurar bem todas as cenas de ação, atuando quase sem dublês, e também consegue capturar a atenção do público com seu carisma.

No entanto, seu ótimo trabalho é ofuscado por um roteiro absolutamente previsível. As revelações que a história apresentam podem ser vista a quilômetros de distância, sem causar qualquer surpresa ao espectador.  A incurável síndrome da radiação aguda não deixa muito espaço para dúvidas, mas o final do filme foi cuidadosamente espalhado por mais de uma hora e meia e nos deixa querendo mais e com muitas perguntas.

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