Semana passada recebi um convite muito especial da editora Valentina, para participar de uma postagem coletiva com o nome de “Semana Graffiti de Arte Moderna” em homenagem ao livro homônimo publicado pela editora e a semana da arte moderna que aconteceu entre o dia 11 a 18 de fevereiro de 1992 no teatro Municipal de São Paulo e chocou a sociedade da época.

Em 1992 o Graffiti era considerado uma forma de vandalismo e destruição da arte, não sendo visto com bons olhos e muito menos era mencionado nas respeitadas galerias do Brasil. Porém o pintor Di Cavalcanti, quebrou esse padrão de perfeição estética em uma exposição de ideias inovadoras apresentando novas tendências artísticas que já vigoravam na Europa há muito tempo, tirando da cabeça dos apreciadores que existia apenas um modelo de arte e que não poderia ter variações.

O convite da editora Valentina dava aos participantes cinco alternativas para comentar:
1 – Sobre a semana de arte moderna, 2 – arte moderna x arte contemporânea, 3 – Grafite, 4 – Poesia,
5 – a arte de soprar vidro.
Escolhi o Grafite como o tema do meu post, por que eu preferi trazer a vocês fotos que ilustrassem o brilhante trabalho desses artistas e a realidade que muitos tentam demostrar. 
O Graffiti é mais do que tintas e linhas em uma parede, quase sempre ele é usado para expressar uma indignação com algo ou até mesmo sentimentos da sociedade em que o artista vive. Todas as imagens abaixo são de Grafiteiros Nacionais.




Imagens ( 1,2,3,4,5,6 )

Então você concorda com os críticos de 1992 que não acreditavam no Graffiti  como uma obra de arte?