Distribuidora: Paramount Pictures | Estreia: 26/07/2018 | Gênero: Ação, Aventura, Espionagem | Duração: 2h27

Essa semana teve a estreia do sexto filme de uma franquia que tem lugar cativo no meu coração: “Missão: Impossível”. O novo longa, subtitulado “Efeito Fallout” tem ligação direta com a quinto produção da franquia. Nele, Ethan Hunt (Cruise) após complicar uma de suas missões, é obrigado a trabalhar com August Walker, um agente da CIA que deseja fazer seu trabalho, sem se importar com as consequências. A nova missão é impedir que um grupo terrorista intitulado de “Apóstolos” detonem bombas que terão um efeito devastador no mundo.

Algo que podemos notar durante os seis filmes é a evolução tanto do personagem de Tom Cruise como do enredo do longa. As cenas de ação foram evoluindo muito e foi possível notar um certo foco em outros pessoas, além de Hunt. Benji Dunn (Simon Pegg), por exemplo, se destacou muito durante a produção, com o humor do personagem e até mesmo as boas cenas de ação que protagonizou. Outro personagem que foi muito muito bem elaborado é Ilsa Faust (Rebecca Fergusson), agente do MI6, que se mostrou uma mulher “fodona” capaz de competir facilmente com Hunt.Não sei se vocês notaram, mas citei que Henry Cavill está na produção como um agente da CIA, a única coisa que posso dizer é que esse homem é um ótimo ator. E se eu falar demais acabo dando spoiler desnecessário do filme, mas prestem atenção na atuação dele. Uma parte bem bacana do longa foi ver a volta de uma pessoa que não aparecia desde “Protocolo Fantasma”: Julia (Michelle Monaghan). O aparecimento dela, para mim, foi uma forma de fechar sua história, nos dando um rumo que a vida dela tomou.

 

Quem já assistiu algum filme do meu lado, sabe como respondo rápido as cenas que estão passando na telona. Choro, quando me emociono, rio, quando é engraçado, e, no caso de Missão Impossível, o que mais aconteceu foram os sustos e os meus pulos na cadeira quando algo acontecia de “surpresa”. E acho que é isso que me faz amar essa franquia, o fato de que mesmo após seis longas, o enredo e a produção podem me surpreender. É verdade que ainda no início dele montei a minha teoria e, que o desfecho foi previsível para mim, mas a “surpresa” veio do caminho que traçaram para o personagem de Cruise seguir, que acabou me envolvendo durante as 2 horas e 27 minutos em que foi exibido, nem vi o tempo passar na sala de cinema. Por isso, meus parabéns para o diretor Christopher McQuarrie e toda equipe que trabalhou na produção (aliás, a trilha sonora está ótima, já podemos notar isso durante o trailer).
Falando um pouco sobre as cenas de ação: Quantos anos você tem Tom Cruise? Pelo amor de Deus, pensar que o cara dispensa dublê e realmente está em todas aquelas cenas dá um toque especial para o filme. Aliás, o ator machucou durante as filmagens, quebrando o tornozelo em uma cena que saltava de um prédio para outro, as filmagens acabaram ficando paradas durante seis semanas, mas a cena gravada, com ele se machucando, acabou indo para o longa.