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ALICE IN BORDERLAND (2020)| CRÍTICA

ALICE IN BORDERLAND (2020)| CRÍTICA

Alice in Borderland é uma série japonesa de 08 episódios, lançada na Netflix no final de 2020. Apesar do sucesso de sua estreia, o que garantiu uma renovação imediata para segunda temporada, foi com o estouro de “Round 6” que a série voltou a ficar em evidência. E isso devido às semelhanças de enredo, sendo este até mais agressivo que a produção sul-coreana.

Alice-in-BorderlandDATA DE LANÇAMENTO: 10 de dezembro de 2020
DIREÇÃO: Shinsuke Sato
CLASSIFICAÇÃO: 18 anos
QUANTIDADE DE EPISÓDIOS: 08
ONDE ASSISTIR: Netflix
GATILHOS: Sangue, violência, suicídio, assassinato, estupro.

 

Na trama, inspirada no mangá homônimo de Haro Aso, acompanhamos o jovem Arisu, interpretado pelo ator Kento Yamazaki, desempregado e de classe média alta. Certo dia, sem muita explicação, ele e seus dois melhores amigos Segawa Chota (Karube Daikichi) e Karube Daikichi ( Machida Keita) acabam indo parar em uma Tóquio diferente, deserta e controlada… Eles agora fazem parte de um jogo e precisam enfrentar novos estágios parar se manter vivos e tentar desvendar o que está acontecendo.

Neste processo acabam conhecendo outros jogadores, que estão na “arena” há períodos variados. Todo jogo apresenta uma carta de baralho como referência do seu nível, e logo eles começam a decifrar esse processo de classificação, onde: espada, são jogos de força; paus, atividades em equipe; ouro, para jogos de lógica; e copas, o pior, jogos psicológicos, que brincam com o sentimento das pessoas. Além disso, o número da carta representa seu grau de dificuldade, de A a 10.

Alice in Borderland
Usagi  interpretada pela atriz Tsuchiya Tao é uma jogadora solitária deste universo e que tem se mantido bem até então, devido aos treinamentos que possui. Ela se une a Arisu e passam a jogar juntos, se aprofundando nos mistérios das arenas. Essa relação promete em uma continuação.

O desenvolvimento de Alice in Borderland é bem interessante…

É impossível não aguardar com ansiedade a explicação inicial dos jogos pra saber qual será a carta de dificuldade. E óbvio, arrepiar com uma carta de copas! As tarefas são extremamente violentas e até meio impossíveis. Na verdade, são muito embasadas mesmo no psicológico, força, lógica e violência.

Como eu disse, Alice in Borderland já garantiu sua renovação assim que foi lançada. Porém, estava inicialmente prevista para 2021 e suas gravações só foram começar em julho deste ano. Acredito que agora, sendo impulsionada pelo imenso sucesso de “Round 6”, sua data de estreia na demore a aparecer. Inclusive, essa semana surgiu várias novas notícias sobre a produção, com uma possível previsão para o segundo semestre de 2022. Lembrando que se trata de uma produção original da Netflix, o que ajuda muito.

Alice in Borderland
Por fim, é importante pra quem tá chegando através de “Round 6”, que aqui em Alice in Borderland você não vai encontrar alívios cômicos, nem cenários bonitinhos e coloridos para amenizar. É na brutalidade mesmo, cenário sujo e confuso, cenas fortes, muito sangue e violência. E que venha a continuação, pois pelo mangá (e pela forma que a temporada termina) ainda temos muito o que ver. E promete!

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  • Yasmim

    Eu gostei bastante de Alice In Borderland. A serie deixa a gente ansioso para descobrir como eles foram parar naquela Tóquio e nos envolve nos desafios de tal forma, que ficamos de boca aberta quando percebemos que é pura violência e que não tem como burlar as regras do “jogo”.

    responder