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JOGADA MORTAL – HARLAN COBEN | RESENHA

19 novembro, 2021 por

“Jogada Mortal” (Drop Shot) é o segundo livro da série Myron Bolitar (se pronuncia algo como “Máiron Bólitar” – muitos têm essa dúvida), composta de 11 livros e + 3 da trilogia do Mickey Bolitar, sobrinho de Myron. E hoje vamos conversar um pouquinho sobre essa coletânea de histórias que eu amo tanto, que já li 2 vezes todos os 14 livros. Não só porque é Coben. É porque além de ser Harlan Coben, é uma série cheia de amizades verdadeiras, humor, companheirismo, aventuras, um enorme complexo de Batman e um Robin lindo, rico e meio psicopata!

Título:  Jogada Mortal (Myron Bolitar #2)
Autor: Harlan Coben
Ano: 2021 – Páginas:256
Nota: 4/5
Editora:  Arqueiro
Classificação indicativa: +15 anos
Aviso de conteúdo: Abuso físico e psicológico, Assassinato, Discriminação étnica, Violência
Gênero: Suspense, Mistério, Ficção
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Em “Jogada Mortal” você vai ser relembrado que Myron foi um grande astro do basquete na faculdade, que foi convocado para um grande time da liga, porém tudo deu errado. Isso não é spoiler. Faz parte de todos os livros e às vezes é algo muito abordado dentro de determinado livro da série. É um ponto importante na história do nosso protagonista, e por conseguinte, de seus amigos e família. E Myron é um cara maravilhoso. Acho tão difícil acreditar que alguém possa não se simpatizar com ele.

JOGADA MORTAL – HARLAN COBEN

“– Você está fazendo aquela cara – avisou Win.
– Que cara?
– Sua cara de ‘quero salvar o mundo’.”

Hoje Myron é agente de celebridades do esporte. Seu escritório fica em um prédio caro e chique da família de seu amigo Win. Esse, seu melhor amigo no céu, na Terra, ou abaixo dela, é Windsor Horne Lockwood III. Riquíssimo, belíssimo, possui zero de modéstia e muita autoestima. Win é imprescindível na vida de Myron, e a recíproca procede. Um não seria quem é, sem o outro. E também temos Esperanza (Pequena Pocahontas) que completa essa trindade. Ela é secretária/suporte/ex-atleta de luta livre.

Então, voltando à história que é o mote de “Jogada Mortal”, teremos um grande problema nas mãos de Myron. Seu cliente mais promissor, Duane Richwood, está em quadra no Aberto dos Estados Unidos de Tênis. Win e Myron estão acompanhando, e ouve-se tiros sendo disparados. Valerie Simpson foi uma garota prodígio do tênis. Teve problemas de ordem pessoal aos 21 anos, sucumbiu e estava tentando um retorno ao esporte agora, aos 26 anos. A garota está incessantemente tentando contatar Myron para agencia-la, e por causa disso, ele sente-se na obrigação de descobrir quem é seu assassino.

“É isso que Win faz. E ele é bom nisso, o melhor que já vi. Tudo com ele é preto no branco. Não existe ambiguidade moral. Se você passa dos limites, não tem perdão, nenhuma misericórdia, nenhuma chance de se justificar. Você está morto. Ponto final.”

Nesse momento, aquilo que mais admiro em Coben, e que vocês sabem, eu sempre falo a respeito em minhas resenhas, é que irá começar as subtramas. Elas se entrelaçam. Duane vai se ver em apuros. Ô homem para saber inserir história dentro da história, e quando vamos caminhando para o final do livro, percebemos as tramas se entranhando e chegando a um denominador comum. Coben pode e faz isso! Em “Jogada Mortal”, Myron acredita que a morte do noivo de Valerie, há alguns anos, tem muito a ver com seu assassinato.

Assim é que as subtramas irão começar a caminhar juntas. E que você vai conhecer a síndrome de Batman que Myron convive com ela. Uma das pessoas que está na mira de Myron em sua investigação, é Pavel Menansi, ex-técnico de Valerie, e que aparentemente abusou tanto fisicamente como psicologicamente dela e de outras garotas. Teremos um representante da Nike que vê Duane como sua tábua de salvação. E até um nicho mafioso, estilo O Poderoso Chefão – só que aqui, os chefões são 2 e eles são frutos da mesma mãe, os irmãos Ache.

“– Jesus me mandou voltar com essa mensagem – disse ela.
Myron assentiu e olhou para as manchas de tinta no papel.
– Pena que ele não lhe deu uma impressora decente.”

É muita gente pra investigar, e outras tantas confusões para se ver livre. Fique ligado sempre em como Win funciona como um reloginho Suíço. Ele NUNCA se atrasa. Para mim, o final de “Jogada Mortal” é incrível. Surpreendente e até emocionante. Os mistérios vão se revelando. E o trabalho de Win e Myron, mais uma vez vai chegando ao fim. Podemos perceber que, como sempre, por traz de um acontecimento, existe muita gente envolvida. E muitas vítimas das circunstâncias.

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