CINEMA

X-MEN: FÊNIX NEGRA | CRÍTICA DE ESTRÉIA

06 junho, 2019 por

“Tem mais mulher salvando do que homem, este lugar deveria chamar X-woman.”

Provavelmente se você é fã da saga esta é uma das mil críticas que você esta lendo sobre o assunto, não é mesmo? Enfim, mesmo com toda a mídia criando rumores que  X-Men: Fênix Negra é uma mera tentativa de redenção fracassada, eu discordo. A narrativa esta incrível, os efeitos foram muito bem aproveitados e o melhor a história consegue sim te prender sem enrolação e muita ação na medida certa.

Um filme onde coisas chocantes acontecem, onde coisas intensas e dramáticas acontecem. As pessoas não caem dos prédios e se limpam e vão embora. Há uma realidade emocional e uma consequência para este filme. Mais do que isso, foi possível ver que Jean / Dark Phoenix mostrar que pode ser uma ameaça para todos, incluindo os X-Men.

Nessa história, Jean Grey se funde com uma entidade cósmica que incorpora a energia universal de criação e destruição, dando-lhe vastas habilidades psíquicas que a transformam em “Dark Phoenix”, uma força genocida de poder inimaginável. Em um pequena dose de spoiler a história mais ampla é realmente mostrar Jean descontrolada, perdendo seus princípios e se fazendo mais poderosa do que qualquer outra pessoa no mundo.

E para dramatizar isso corretamente, você tem que mostrar uma perda real, você tem que mostrar uma dor real e mostrar ameaças reais como fez o autor ao ressaltar os estragos que ela fez e as vítimas próximas que ela mesmo destruiu.

Para aqueles que não sabem, o filme é baseado no enredo X-men de mesmo nome e muito celebrado e influente Chris Claremont e John Byrne. O filme foi escrito e dirigido por Kinberg, e também é estrelado por Jessica Chastain, Michael Fassbender, Tye Sheridan, James McAvoy, Nicholas Hoult e Evan Peters.

Destacando como todo herói tem um lado obscuro, o longa melhorou muito depois que sofreu várias refilmagens para mudar o final. Isso aconteceu quando descobriam que as cenas se pareciam muito com a de um outro filme de super-heróis que também estava em produção. Com afirmou McAvoy : “Eles tinham espiões no set”, interpreta o co-star Michael Fassbender, retornando pela quarta vez como Erik “Magneto” Lensherr, “e [eles] basicamente roubaram nossas ideias”.

Uma diferença entre a produção de X-Men: Fênix Negra e dos anteriores é que é a primeira vez que temos um filme dos X-Men em que o roteirista também é o diretor. Por isso, a sequencias estavam todas organizadas. Uma diversão sem caos com coerência ambientada de tudo que estava acontecendo.

O quarto capítulo da nova leva X-Men tem motivos de sobra para os fãs se animarem, além do protagonismo da Sophie Turner existe também mais uma oportunidade de ver uma aventura com Magneto e Professor X. E é claro, não se deixe levar, em sua épica despedida das telonas, existe um final para a saga competente que traz o passado dos personagens com personalidade e à altura do que a Fox vem fazendo desde o ano 2000.

________________________________________________________________________________________________________________

Data de estreia: 06/06/2019
Duração: 1h54
Distribuidora: Fox Filme
Gênero:ficção científica/Ação
DireçãoSimon Kinberg
RoteiroSimon Kinberg
ProduçãoSimon Kinberg, Hutch Parker, Lauren Shuler Donner

veja os posts relacionados

Deixe seu comentário

2 Comentários

  • Alice Reis
    Alice Reis
    junho 13, 2019

    Michael Fassbender é um dos motivos de eu gostar dessa nova versão de X-men…
    Menina, se eu já tava querendo ver esse filme depois de ler seu texto fiquei com ainda mais vontade.
    Sucesso sempre…

  • […] X-MEN: FÊNIX NEGRA | CRÍTICA DE ESTRÉIA […]