A algumas semanas atrás eu apresentei a vocês a resenha do livro Xeque- mate, que conta a historia de duas pessoas que se conheceram no carnaval carioca e depois se encontraram novamente em Goiana, ainda não leu? clique aqui.

A autora do livro  é a Dill  Ferreira, uma escritora de Rio Verde – GO, que já tem 4 livros publicados (Casamento por Aparências – LPBOOKS-BOOKS), Amor, indeciso amor -Aped, Niquito o cão jardineiro -Aped e Xeque-mate – Editora Modo, sendo esse ganhador de um concurso cultural em Goiás.

Dill gentilmente aceitou participar da entrevista aqui para o blog e mostrar um pouco mais do seu trabalho.

1. O que você diria que é um verdadeiro mocinho?
Aquele homem capaz de fazer nós mulheres suspirarmos. Que trate sua amada com muito zelo e amor. Ele não precisa ser um príncipe, só deve se portar como um quando necessário. E não pode jamais deixar de ter uma boa pegada (risos)

2. Como você sabe se você escreveu uma boa história?
Quando as leitoras vêm falar comigo sobre ela. Fazem comentários carinhosos a respeito dos personagens, demonstrando que de fato leram e gostaram. Se ela tiver bons índices de venda e leitura no Wattpad , aí é sinal de que gostaram mesmo.

3. O que vem primeiro, a história, os personagens, ou a definição?
A história e a definição. Costumo ter em mente muito do início. Parte do meio e por vezes o fim também. Tudo antes de começar a história de fato. Dificilmente altero essas partes, que já idealizo antes mesmo de adentrar o universo das personagens.

4. Tem algum escritor que te influencia na hora de escrever seus personagens?
Gosto muito da escrita da Diana Palmer dentre outros. Mas procuro criar minha própria escrita. Com minha marca, meu jeito.

5. Quando você descobriu que queria ser um escritor?
Na adolescência, lia muitos livros de romance e imaginava outras situações, diferentes das escritas nas histórias que eu lia.
Só descobrimos o que gostamos quando praticamos. E a melhor forma de descobrir-se escritor é lendo bastante para que aflore a paixão pela escrita.

6. De onde você tira as ideias para suas histórias?
Do cotidiano. Pode ser até mesmo de uma letra de música. Uma imagem na rua, na TV. Às vezes elas simplesmente aparecem.

7. Se você pudesse ser um personagem de qualquer livro, qual personagem seria?
Eu gostaria de ser a pequena sereia. Adoraria nadar na imensidão do mar. Em local mais reservado, claro. Sem tantos perigos a minha volta rssrsr.

8. O que você faz quando você não está escrevendo? 
Gosto de ler, assistir filmes e passear com a família. Adoro ver a natureza porque ela me traz uma paz infinita, inspira bastante também. Sou um pouco preguiçosa quanto a sair para muitos lugares, mas se o ambiente é bom e renovador eu adoro.

9. Você desenvolve o enredo dos personagens antes de começar a escrever uma história?
Não. Na verdade eu penso mais na história e depois vou encaixando os personagens e adaptando o temperamento e característica de cada um ao que eu já havia idealizado.

10. Qual é o mais engraçado equívoco que as pessoas fazem sobre você?
Pensam que as histórias que escrevo são baseadas em minha vida. Aconteceu principalmente no meu primeiro livro, Casamento por Aparências. Acho interessante isso, mas deixo claro que nada tem a ver comigo.

11. Como você reagi aos comentários negativos a respeito de seus livros?
Normalmente bem. Principalmente se forem construtivos. Os demais eu procuro ignorar. Mas devo admitir que alguns dão uma baqueada rápida. Logo já estou de pé novamente para a luta.

12. Por que você escreveu um livro e quando começou a escrever?
Porque sempre tive essa vontade dentro de mim, depois de certa idade. O tempo ocioso também colaborou para que eu começasse a escrever. Eu precisava tirar um pouco das ideias que tumultuavam minha mente. Comecei com 22 anos.

13. Você usa redes sociais, quais?
Sim. Facebook (www.facebook.com/autoradillferreira), Twitter (@dillfferreira) e Instagram

14. Já viveu algum fato importante por causa dos seus livros?
Vários. Um exemplo foi o recebimento do prêmio Interart Goiás com o livro Casamento por Aparências. Fiquei muito honrada com o troféu e certificado. Conheci e fiz amizades lindas também.

15. Foi muito difícil publicar seus livros? Você tentou mais de uma editora?
O primeiro normalmente é mais complicado. Isso porque você terá que pagar, às vezes caro, pela publicação. Pois normalmente somente editoras pequenas e sob demanda, aceitam manuscritos de autores iniciantes. Tentei diversas e isso não é garantia de que iremos acertar. É preciso paciência e observação nessa procura.

16. Qual foi o presente mais inusitado que você já recebeu de um leitor?
Ainda não recebi nenhum, mas adoraria. Recebi cartas e desenhos contando sobre as histórias e adorei.

17. Você mostra seus manuscritos para sua família antes da publicação?
Não. Não que eu não queira, mas eles não tiveram essa paixão pela escrita como eu.  Então prefiro evitar incomodá-los. E também não gosto muito de expô-los antes de prontos. Fico mais ansiosa ainda.

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