Ontem foi a cabine de imprensa do filme Manchester à beira mar, e confesso para vocês, se eu tivesse visto o trailer e tido mais informações sobre o filme antes de assisti-lo a ansiedade teria alcançado picos altíssimos…
O filme foi super elogiado e comentado no festival de Sundance ano passado (como eu não vi isso na época!!! #morrendo #distraída ) pois o diretor  Kenneth Lonergan conseguiu abordar o luto familiar e a busca por redenção de uma forma emocionante e ao mesmo tempo da forma que realmente acontece o processo do luto, os conflitos internos e externos, a negação, a fuga, a aceitação…. (Acho que já deu pra perceber que eu gostei tanto que estou até chorando né??!!)

Gente, honestamente se vocês alguma vez já viram filmes de drama e ele mexeu muito com você este filme com certeza irá te levar as lágrimas…
A atuação do Casey Affleck (sim, o irmão daquele cara…) como Lee Chandler ganhou um Globo de Ouro bem merecido (além de ter tido varias indicações a diversos prêmios da indústria cinematográfica). Ele conseguiu passar para o expectador como que realmente é o luto, como é difícil lidar com a ausência de alguém que tanto significou na sua vida. Em alguns momentos a atuação e as cenas são completadas com musica que ajudam a passar as emoções do momento, mas acho que a cena que mais fez sentido para mim foi uma em que não houve som, pois o vazio que fica na alma quando se perde um ente querido nenhuma palavra, nenhum som consegue expressar.
 MANCHESTER À BEIRA MAR CRÍTICA
O filme se passa num período de 3 meses, em que vemos a luta de Lee dia a dia, mas enquanto muitos possam torcer para que o filme tenha um bom fechamento, isso é algo que não acontece na vida, pois pode passar quanto tempo for… seja meses, anos, décadas a ausência e a falta dos que se foram nunca é totalmente superada…
Super recomendo o filme, e espero noticias de vocês…