As vezes na nossa vida é necessário que façamos uma pausa, coloquemos bastante ar nos pulmões e paremos para observar ao nosso entorno. E o que é mais útil numa pausa do que a vírgula? A vírgula em nossas vidas nos permite fazer a pausa necessária para olhar pra trás e começar novamente. E é sobre isso que o filme “O Vendedor de sonhos” fala.

Adaptação do best-seller escrito por Augusto Cury e publicado pela .  Conhecemos Júlio César, um psicólogo decepcionado com a vida em geral que, no vigésimo primeiro andar do prédio em que trabalha , ao tentar o suicídio é impedido por intermédio de um mendigo, o “Mestre”. Os dois iniciam uma amizade peculiar onde o “Mestre” com uma eloquência incomum para um morador de rua, começa a chamar e reunir seguidores para vender sonhos, e ao libertar as pessoas do cárcere da rotina acaba por arrumar inimigos.

 

Logo no inicio nos deparamos com uma cena que se acontecer no dia-a-dia faz com que todo mundo pare para observar, criar teorias, enfim faz com que paremos para refletir o sentido da vida.
Com uma sensibilidade, finesse e uma mensagem profunda o filme encanta e faz refletir qualquer pessoa que o assista.
Em alguns momentos a história parece ser parada, os acontecimentos acontecem bem lentamente, mas tudo contribui para a criação de um significado enorme, e algumas pontas do filme ficam um pouco soltas , mas não posso falar quais são para não dar spoiler.

O filme tem uma fotografia e edição de imagem interessantes onde mostra elementos do dia a dia de uma grande cidade pólo ao mesmo tempo em que foca nas expressões de personagens e pessoas comuns que circulam nesta cidade.

 

Eu chorei com o filme admito e a lição mais importante que tirei foi de que devemos nos dedicar as pessoas importantes de nossa vida e que a virgula é algo muito importante, pois ela pode ser uma pausa ou não, pode ser a solução de algo, ela muda uma opinião, condena ou salva, ela muda toda a sua vida. Mas isso sou eu, afinal são muitas as lições que podemos aprender com esse filme e vê-lo me inspirou a querer mudar minha vida enquanto ainda tenho tempo.

O romance mais vendido de Augusto Cury, que deu origem ao filme de Jayme Monjardim, com Dan Stulbach e César Troncoso nos papéis principais. Edição revista pelo autor, com passagens inéditas presentes na adaptação para o cinema. Um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Um desafio que nem a polícia nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver. Depois de abalá-lo e resgatá-lo, esse homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, sai proclamando aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram em um hospício global. Com uma eloquência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar. Nada tão belo e tão estranho.

Espero que o filme te motive e encante também. E espero que você me conte o que achou do filme.
Titulo: O Vendedor de Sonhos. O Chamado 
Autor: Augusto Cury
Editora: Planeta
Páginas: 320