A estreia dessa semana no cinema é de uma adaptação literária, lançada no Brasil pela editora Astral Cultural, e estrelado por Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Como Eu Era Antes de Você”), “Vidas à Deriva”. Na trama, em setembro de 1983 o casal Tami Oldham (Woodley) e Richard Sharp (Claflin) estavam velejando do Taiti para a Califórnia, quando são pegos pelo furacão Raymond e ficam à deriva no mar. A história, que é real, fala muito sobre amor, fé, força, perda e esperança.

O filme já começa com Tami acordando no barco parcialmente destruído, após a tempestade, quando ela sai de dentro da cabine e vai para fora, já tive uma belíssima surpresa: a cena composta pelo barco, o céu e o mar, ficou maravilhosa. O contraste dos elementos e como a água estava em um azul tão bonito me deixaram maravilhada. Após isso, somos jogados um pouco para conhecer a vida de Tami, antes de tudo acontecer e como ela encontrou Richard.
A dinâmica do longa para mim, foi bem bacana, intercalando o que acontecia com Richard e Tami no barco, com as lembranças que a garota tinha dos dois, de como se conheceram e o que viveram juntos antes de tudo acontecer. Isso dava um certo alívio na tensão que as cenas dos dois à deriva provocava, além de não deixar que o filme ficasse muito cansativo. Preciso dizer que não fui muito fã de Tami durante quase todo o filme, e ele acabou comigo ainda tendo um pé atrás com a garota, e isso só foi desaparecer quando li o livro. Ao final do longa, algumas fotos reais de Richard e Tami apareceram, mostrando ao espectador quem eram as duas pessoas que protagonizaram aquela história na vida real.

Shailene, em minha opinião, é uma atriz muito boa que vem sempre me surpreendendo nos trabalhos que faz, foi assim com “Big Little Lies” e agora com “Vidas à Deriva”. Sam também é um ator muito bom, mas no final do filme rolou um comentário sobre ele entre as pessoas que estava assistindo que me fez rir um pouco (se eu disser aqui, vou dar spoiler, mas acredito que irão entender após terminar a sessão). A direção do longa ficou por conta de Baltasar Kormákur (“Evereste”), a quem também dou os parabéns pelo resultado final da produção, além do diretor de fotografia Robert Richardson (“Kill Bill”).“Vidas à Deriva” foi filmado em Fiji e mais de 90% do filme foi gravado no mar, tendo começado as gravações, em alguns dias, às quatro horas da manhã. Segundo Woodley houve momentos em mar aberto em que todos estavam passando mal com fortes enjoos, menos o diretor e o diretor de fotografia. A produção teve um orçamento de trinta e cinco milhões de dólares.

O Blog Coisas de Mineira foi convidado pela editora Astral Cultural a fazer uma sessão exclusiva do filme para alguns leitores, no início de julho, SIM, um mês antes de estrear nos cinemas. A ação foi uma forma de promover tanto o filme, como o livro que estava saindo aquele mês nas livrarias, então não tinha lido ainda antes de ver e sinceramente, para mim foi a melhor maneira de ter assistido ao filme, porque eu tive aquele gostinho de primeira vez em várias surpresas que a produção trouxe.

Para os leitores que foram com a gente assistir a “Vidas à Deriva” a editora enviou um kit bem bonito com ecobag, o livro do filme, marcador, lenços de papel e um preview do livro com o primeiro capítulo <3. Por isso é sempre bom ficar ligado nos nossos posts e nas nossas redes sociais, para poder participar dessas ações lindas que conseguimos promover para os leitores.

Distribuidora: Diamond Films

Estreia: 09/08/2018

Gênero: Drama, Aventura, Romance

Duração: 1h36