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BLOODSHOT | CRITICA

12 março, 2020 por

BLOODSHOT

Baseado no personagem de mesmo nome da série em quadrinhos homônima da editora Valiant Comics , Bloodshot que estreou em 1992 traz Vin Diesel como Ray Garrison, é um ex-soldado que foi morto em ação e depois ressuscitado, ganhando superpoderes no processo.

Com um amplo número de leitores de mais de 81 milhões de quadrinhos vendidos, os livros Valiant possuem uma variedade diversificada de personagens, abrangendo uma ampla variedade de gêneros, tons e grupos demográficos. Famosos por apresentar super-heróis que são pessoas comuns em situações extraordinárias, esses heróis são personagens complexos que refletem a sociedade contemporânea, a política e a diversidade do mundo moderno.

Na historia, as nanites injetadas no sangue de Ray de uma empresa superpoderosa interessada em criar um exército repleto de pessoas como Bloodshot. O torna um super soldado com força recém-descoberta e capacidade de curar quase instantaneamente.

Mas com sua memória apagada, Bloodshot não consegue descobrir a verdade sobre seu passado. E vive uma série de eventos em busca da vingança contra aqueles responsáveis pela morte de sua esposa.

O elenco também conta com Eiza Gonzalez, Guy Pearce, Toby Kebbell, Lamorne Morris, e Sam Heughan. E assim como o quadrinho se baseia, em recurso de artifícios futuristas de ficção científica e poder de fogo militar.

O novo filme, seguiu os passos dos filmes adultos da Marvel e trouxe uma atmosfera ultraviolenta e bem típica de filmes de ação dos anos 1980, como Robocopou O Exterminador do Futuro.

E isso meio que funciona, até o diretor estreante Dave Wilson que dirigiu o primeiro episódio de Love, Death & Robots, série da Netflix, e trabalhou nos efeitos visuais de Star Wars e Vingadores perder o controle da narrativa e rezar para que o CGI com aparência chique o ajude a evitar problemas com o roteiro mau construido de narrativa. E isso é uma pena.

Mesmo assim, Vin Diesel está bem confiante no sucesso de Bloodshot nos cinemas e acredita que isso abrirá as portas para o resto do Universo Valiant nos cinemas, nomes como X-O Manowar e Ninjak:

‘Eu penso que este filme abre a porta para todos eles. Eu penso que vocês irão ver todos. Eu acho que se você é fã da Valiant Comics, então você vai ficar feliz em ouvir, mas eles vão começar a anunciar todos os quadrinhos da Valiant que vão para o Universo Cinematográfico. Será bem excitante’ comentou o ator.

Ai esta a grande vantagem desse filme, sair da bolha Marvel e DC que estão na vanguarda do boom dos filmes de quadrinhos há duas décadas e pensar que há mais em quadrinhos do que apenas a tarifa tradicional conhecida nos cinemas.

Bloodshot trouxe vários plot twists que surpreendem o espectador em cada cena ao mostrar que nada pode ser o que parece. Aliado a isso, o filme traz bons efeitos visuais e o carisma de brucutu de Diesel (e sua regata), que se sente à vontade em filmes onde a testosterona está nas alturas.

Um super-herói não apenas tentando pegar os bandidos, mas tentando descobrir se ele pode confiar no que está em sua mente? Isso é coisa pesada e esse foi precisamente o atrativo durante as cenas que você não pode perder. Que comece uma nova saga, será?

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