Destaques

novidades por e-mail

06 setembro 2018

CRÍTICA DE ESTREIA | A FREIRA

CRÍTICA DE ESTREIA | A FREIRA
Distribuidora: Warner Bros | Estreia: 06/09/2018 | Gênero: Terror | Duração: 1h 37min

Se prepare para levantar da cadeira de medo, ter fé e até dar umas risadas. Esse o pacote completo de tudo que te espera no grande sucesso que irá estreia nos cinemas com o filme “A Freira”. Uma sequência que atrai milhares de fãs da franquia Conjuring e volta ao início de tudo, uma vez que se aprofunda na origem de um dos vilões mais populares (e mais assustadores) da história cinematográfica, Valak, o fantasma vestido freira apresentado em “Invocação do Mal 2”.

O enredo que não dá continuidade aos fatos deste título do ano de 2016  e não  tenta criar uma conexão direta com os investigadores, mostra uma história que começa quando uma jovem freira em uma abadia de clausura na Romênia se mata de maneira desconhecida. No intuito de investigar o fato, um padre e uma noviça são enviados pelo Vaticano para entender o que aconteceu naquele ambiente sagrado, que a muito tempo sofre com o descaso e acontecimentos sobrenaturais que se propagam também entre os moradores da pequena cidade ao redor da construção.


CRÍTICA DE ESTREIA | A FREIRA

Arriscando tudo ao descobrir o segredo profano por de trás dos muros que em uma porta possui a escrita “Deus acaba aqui”, a história se desenrola com a batalha contra a força malévola na forma da monja demoníaca, que só poderá ser derrotada com a ajuda das visualizações da noviça e as descobertas contadas durante a trama.

Este não é um filme que tenta a todo tempo apenas mostrar o terror, mas se usa do suspense para te aterrorizar no momento certo. Há muita história e investigação sendo contada e muitas vezes com o apelo da presença de névoa, que deixa um mistério no ar não se sabemos se a cena é real ou apenas uma manipulação do mal que assombra o ambiente.

“A Freira” demoníaca é o quinto título que integra o folclore obscuro que primeiro aterrorizou o público em "A Invocação do Mal" e é interpretada pela atriz  Taissa Farmiga (Irene), a qual se mostra muito expressiva e faz a ponte para o público sofrer um impacto muito maior.

A trama é mais um spin-off (junto com Annabelle) das aventuras paranormais do casal Warren. A linha segue como reminiscência o filme magistral de Cristian Mungiu, “Beyond the Hills”, um relato naturalista de uma morte por exorcismo em um convento na Noruega.

O filme, do diretor Corin Hardy, tem seu alívio cômico com Frenchie (Bloquet), um aldeão local que se junta a dupla para combater o mal. O personagem que cresce ao longo da história, passa de cético inicial a um grande cavaleiro da fé nas sequências finais.


Ainda segundo o diretor, podemos definir o filme como algo que “Eu não posso, obviamente, falar muito sobre o que acontece. Mas foi realmente emocionante, quando li o roteiro, vi que isto é algo novo. É parte desse universo que foi estabelecido, com um personagem que apareceu em um filme, mas não era como fazer uma sequência ou um remake.” Contou Hardy.

É um enredo imperdível para os aficionados pelo gênero. O que mais impressiona são os sons e fotografia escolhida para as cenas. Se aproveitando dos assombrosos cenários, as sequências também mostram belíssimas imagens de dentro da igreja em plano aberto e a sensação de estar andando entre os panos com plano fechado em outros momentos da história, uma sensação que assombra qualquer claustrofóbico que se preza .

A verdade é que “A Freira” é assustador em sua essência, principalmente pela concepção da criatura e de todo o misticismo que a cerca.  Mas a sensação no final não é outra senão uma mensagem edificante sobre a crença em Deus e a fé contra a adversidade. Mesmo com o coração batendo mais forte de medo o filme deixa claro que o sobrenatural existe, mas que não é o lado mais forte da batalha.

Comece a se arrepiar desde agora, confira:



E, se você ainda não está convencido para ir ao cinema e acha que é tudo fantasia, confira alguns fatos que provam o contrário:

Hardy o diretor do filme, encontrou uma misteriosa "pegada" na poeira do Castelo de Corvin e, mais tarde, enquanto filmava uma cena em uma antiga fortaleza românica em Mogoșoaia, Hardy teve um encontro sobrenatural com o que ele acreditava ser curiosos com as filmagens;

No dia em que o padre abençoou a produção, os membros da tripulação foram impedidos de chegar ao set até que se ouviu-se um sinal, então inesperadamente no outro dia, perto de Mogoșoaia, um rebanho de ovelhas parou o tráfego no caminho para o set. Em seguida, em locação na Transilvânia, os membros do elenco e da equipe encontraram carrinhos puxados por cavalos na porta de entrada. 

As milhares de cruzes que cercam o padre Burke (Demian Bichir), a irmã Irene (Taissa Farmiga) e Frenchie (Jonas Blouquet) ao se aproximarem da abadia, foram reaproveitadas e usadas em toda a produção em vários outros locais, incluindo o Castelo de Corvin e o Castelo de Bethlen. Criș e nos túneis do Forte Mogoșoaia.

Cada um dos túmulos tinham máscaras mortuárias do rosto do diretor Corin Hardy, roteirista Gary Dauberman, diretor de fotografia Maxime Alexandre, produtor executivo Michael Clear e primeiro assistente do diretor Harry Boyd. Se você ficar de olho no filme, poderá vê-los enquanto eles passam pela sala.

Após o último dia oficial de filmagem, Hardy cantou uma canção intitulada “The Convent Blues” com um membro da equipe romeno, como um “muito obrigado” a Demian Bichir e Taissa Farmiga. A música conta a história de A Freira e sua produção, referenciando o maior número possível de membros do elenco e da equipe. Ele compôs a música a caminho do estúdio naquele dia.

Comentários via Facebook

4 comentários:

  1. Tipo assim: Tô Fora!rs
    Não gosto de filmes de terror, ainda mais quando envolvem coisas sagradas. Tá, eu vi os filmes anteriores..rs(de dia) e se ver este, também será de dia..rs
    Adoro terror escrito, mas no lance de ver, sou medrosa até a unha do dedinho do pé e fico cismada.
    Adorei saber sobre a irmã de Vera Farmiga, a grande atriz dos filmes anteriores. E pelo que li acima, a moça é talentosa demais.
    Beijo

    https://twitter.com/AngelaGabriel1/status/1037731865480900608

    ResponderExcluir
  2. Oi Ana,
    Sou suspeita para falar, pois amo essa franquia então é claro que quero conferir A Freira. Com certeza será interessante acompanhar o início dessa trama e mais legal será termos um cenário e personagens novos. O ar investigativo intercalando com o terror renova os ares já esperados da franquia. Me parece que aqui o mal é mais evidente pois contrasta diretamente com o ambiente e personagens religiosos. Honestamente não esperava ver esse personagem tomar essa forma e criar proporções tão grandes e importantes para toda a história, mas gosto de ver que tudo que é posto nos filmes tem uma finalidade, pois em algum momento a trama leva o telespectador de volta a algo e relaciona um ponto com outro. As curiosidades sobre as gravações são interessantes, mas confesso que morro de medo dessas coisas “reais”.

    https://twitter.com/GisahSLopes/status/1037817165297143810

    ResponderExcluir
  3. O terror é visivelmente macabro, cemitério, castelo, freiras/padres, crucifixos invertidos em chamas, e uma composição de cenário que tornam a trama por si só sombria. Como uma fã real oficial de filmes de terror, a parte do humor me incomoda um pouco, atrapalhando e podendo até quebrar cenas de maior tensão. Isso abaixa um pouco as minhas expectativas, que esperava sustos imprevisíveis mas, que aparentam ser previsíveis. Taissa Farminga deve dar um show juntamente com a atriz que interpreta a freira pois, só de olhar pra face da personagem o medo fica explícito, haha De qualquer forma, um bom derivado e bastante aguardado que é lógico que irei conferir.

    https://twitter.com/CaarolForbes/status/1037870220436824064?ref_src=twcamp%5Ecopy%7Ctwsrc%5Eandroid%7Ctwgr%5Ecopy%7Ctwcon%5E7090%7Ctwterm%5E3

    ResponderExcluir
  4. Eu amo demais a atriz, mas filme de terror é algo que não gosto mesmo, nem de dia e de mãos dadas com minha mãe. Tenho medo e é algo que acaba me deixando nervosa. É trauma de infância mesmo. Este ano quero começar a tentar a ler o gênero, mas filme não me chama a atenção.

    ResponderExcluir

Instagram

© Coisas de Mineira - 💜 🐶 📖 🍀 💜 – Tema desenvolvido com por Iunique - Temas.in